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terça-feira, 26 de julho de 2011

Eu quero ver!!!

Precisava compartilhar isso com vocês... O desenho preferido da minha infância era esse e tinha de registrar aqui que eu com certeza irei assistir! =)

Adoro o Animaaaaaaal! rsrsrsrs

E vocês?

sábado, 26 de março de 2011

Stop, look and listen

Calma, pessoas...não estou morrendo de amor por ninguém....rs (por que...sabe como é mulher né? quando está nesse "estado"...todo cuidado é pouco!)...É que sou apaixonada pela sequência de filmes "O diário de Bridget Jones" e consequentemente, pela sua trilha sonora que foi muito bem escolhida na minha opinião.

Para quem não conhece, a história do filme conta a tragetória de Bridget Jones, uma mulher de 32 anos completamente confusa em relação à sua vida amorosa. Com isso resolve escrever um diário com toda a sua nêura para desabafar, uma vez que os poucos amigos que tem são completamente pirados.

Da paixão por um cafajeste...até o casamento com um verdadeiro "lord" esse é o tipo de filme que deve ser ítem de colecionador, pois fizeram de uma história "boba" um ótimo filme...para quem ainda não viu...fica a dica!

E falando um pouco sobre a trilha sonora, que é completamente diversa ( temos de Aretha Franklin a Sheryl Crow), deixo aqui para vocês uma das minhas preferidas, chamada Stop, look and listen, da Diana Ross com o Marvin Gave...simplesmente linda!

Acho que todo mundo já teve (ou terá) a sua fase Bridget ...eu me identifico muito com ela! (mas é segredo...não contem para ninguém)..

So...enjoy the song! =)  (e prestem atenção na letra...ok??)




Stop, Look, Listen (To Your Heart)

Ooh-oh-oh, ooo

(Marvin)

You're alone, all the time

Does it ever puzzle you? Have you asked why?

You seem, to fall in love, and out again

Do you really ever love? Or just pretend?

Oh baby, why fool yourself?

Don't be afraid, to help yourself

It's never too late, to late to



Stop, look, yes, listen to your heart

Hear what it's saying

Stop, look, listen to your heart

Hear what it's saying

Love, oh, love, love



(Diana)

Though you try, you can't hide

All the things you really feel, this time decide

That you, will open up, let it in

There's no shame in sharing love, you feel within

So jump right in

Head over heels, and fall right in

It's never too late, to late to



Stop, look, listen to your heart

Hear what it's saying

Stop, look, oh, listen to your heart

Hear what it's saying

Love, love, love



(Both)

Ooo, hey

Darlin', darlin', stop and look

(Stop right now and listen to your heart)

Oh, listen to your heart hear what it's saying

(Can't you see that it's not too late)

Stop and look and listen to your heart hear what it's saying

Stop and listen to your heart right now

(Stop, look, listen to your heart hear what it's saying)

Oh, can't you see that it's not too late

(Stop, look, listen to your heart hear what it's saying)

Darlin' stop and look and listen to your heart hear what it's saying

(Stop baby)

Stop right now and listen to your heart

(And listen to your heart hear what it's saying)

sábado, 18 de setembro de 2010

Filme: A Caixa

A Caixa é um dos filmes mais pretensiosos desta safra. Apesar de ter a atuação de Cameron Diaz como um dos pontos altos da produção, é abusivo no que tange utilizar nomes canonizados pelos estudos filosóficos para tentar responder algumas questões levantadas pelo roteiro: o foco da vez é Jean Paul-Sartre e sua máxima de que “o inferno são os outros”.

A pergunta lançada pelo trailer é instigante: o que você faria se lhe entregassem uma caixa com apenas um botão e, se você o apertasse, lhe deixaria milionário mas, ao mesmo tempo, tirasse a vida de alguém que você não conhece? Norma Lewis (Cameron Diaz, ótima) é uma professora e o seu marido, Arthur (James Marsden, confortável no papel), é um engenheiro da NASA. Eles e o filho formam uma família que leva uma vida normal morando no subúrbio. O filme começa em 1976, Virginia. As coisas ganham novo rumo quando um misterioso homem aparece com uma proposta tentadora. Norma e Arthur têm apenas 24 horas para fazer a escolha.

Um dos maiores problemas de A Caixa está no marketing: o trailer exibido nos fornece uma idéia de suspense rápido, gotejando sangue aqui e ali, alguns gritos e um final feliz. Negação total para os afoitos pela cinematografia rasa: A Caixa nos força a entrar nas idéias do existencialismo e suas temáticas, sendo a principal delas, a máxima de Sartre “o inferno são os outros”. O embrião da frase formou-se logo após o final da Segunda grande guerra mundial. O mundo estava chocado com toda a barbárie injustificada e das relações cotidianas. O termo hoje é muito utilizado em trabalhos relacionados ao medo na sociedade e também nas relações conflituosas contemporâneas. Para Sartre, cada ser humano tem o seu projeto pessoal e, se cada um possui o seu projeto individual, conflitos surgirão à tona. Ao apertar o botão da caixa, resolve-se um problema para si, portanto, trazemos danos à vida alheia. Nas palavras de uma das personagens, morremos numa caixa (caixão), moramos numa caixa a vida inteira (casa), andamos numa caixa (a rua, cidade, o país, enfim, as comunidades imaginadas).

O diretor optou por utilizar alguns momentos dosados de nonsense, estilo em que várias informações aparentemente sem sentido pululam nos diálogos e nas cenas. O filme é auto-explicativo em seu prólogo, informando tudo sobre os mistérios da narrativa, que será fechada de forma trágica.

A Caixa é baseado no conto Button, Button do escritor Richard Matheson, conhecido por obras ligadas ao campo da ficção e fantasia, com finais surpreendentes. Com direção de Richard Kelly, esta produção que custou U$30 milhões possui 115 minutos de duração. A Caixa lembra filmes como Invasores, Os Esquecidos, A Cidade dos Amaldiçoados. O roteiro traz menos informações tecno-científicas, colaborando com o fluxo da narrativa, visto que outro ponto fraco deste gênero é o uso excessivo de informações desconhecidas pelo público em geral, ligadas aos campos biológicos e etc, dificultando a mensagem aos espectadores ansiosos do entretenimento de massa. 



Ficha técnica:

A Caixa:

Elenco: Cameron Diaz, Frank Langella, James Marsden, Gilian Jacobs. Michele Durrett

Direção: Richard Kelly

Duração: 115 minutos

Distribuidora: Imagem filmes.

Apesar dos pesares vale a pena assistir o filme! Fica a dica queridos!

sexta-feira, 19 de março de 2010

A procura da felicidade




Esse é o tipo de filme que faz você refletir sobre todos os momentos da sua vida...principalmente os ruins! Mas é ele que mostra que por mais clichê que possa ser essa frase sempre "há uma luz no final do túnel", é só acreditar. Eu sei que às vezes, todo mundo quer jogar tudo pro alto e acabar logo com as angústias, mas, não vale a pena....
Voltando ao filme,Chris Gardner (interpretado por Will Smith) é um homem de família lutando para sobreviver. Apesar de todas as tentativas para manter a família unida, a mãe de seu filho de cinco anos Christopher está constantemente sobre uma forte pressão financeira. Sem condições de suportar a situação, ela relutantemente decide partir.Chris, agora um pai solteiro, continua a perseguir desesperadamente um emprego com melhor remuneração, usando toda sua habilidade de vendedor.

Ele ingressa como estagiário numa grande importante corretora de ações, e apesar de não haver salário, ele aceita, na esperança de no final do programa conseguir um emprego e um futuro promissor. Sem apoio financeiro, Chris e seu filho são despejados de seu apartamento e logo são forçados a dormir em abrigos, estações de ônibus, banheiros e onde quer que possam achar refúgio durante a noite.Apesar dos problemas, Chris continua a honrar seu compromisso como um pai amoroso e afetuoso, usando a afeição e a confiança que seu filho depositou nele para superar os obstáculos que encontra.




É um filme maravilhoso...pra resumir! Dica para o final de semana! =D

Ficha Técnica:

Titulo no Brasil: A procura da Felicidade
Título Original: The Pursuit of Happyness
Gênero: Drama
Classificação Etária: Livre
Tempo de Duração: 117 minutos
Lançamento: 2006
Estréia no Brasil: 02/02/2007

Direção Gabriele Muccino